sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Análise e projeções para 2014


O Relatório Trimestral de Inflação divulgado hoje pelo Banco Central confirmou a expectativa decepcionante, traçada anteriormente pelo mercado, para o crescimento da economia brasileira no próximo ano, perdendo, mais uma vez, o pique de retomada da atividade global.

O quadro doméstico continua desanimador. A grande mudança em relação ao Relatório Trimestral de Inflação de setembro está justamente na revisão negativa para o desempenho da economia brasileira. Anteriormente os diretores de política monetária do Banco Central esperavam “ritmo de atividade doméstica mais intensa no próximo ano”. Agora a perspectiva para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro caiu para 2,3% em quatro trimestres até setembro de 2014. Isso significa que a autoridade monetária não acredita mais na possibilidade de aceleração do ritmo de crescimento.

O cenário é negativo e, talvez, até pior do que crescer mísero 1%, como ocorreu em 2012, período marcado pelo baixo desempenho/retração das principais economias desenvolvidas. Hoje, pode-se observar intensificação no ritmo de atividade global. As economias desenvolvidas estão em processo de recuperação econômica e impulsionarão o crescimento em 2014.

O fato de não acompanharmos a retomada do crescimento global constitui mais uma indicação negativa para economia doméstica e revela a persistência de uma série de restrições (principalmente estruturais), bem como o nível de nossa vulnerabilidade, responsáveis por barrar toda e qualquer tentativa de retomada da atividade doméstica, mesmo quando os impulsos são frutos do ambiente externo.

O ambiente de negócios no Brasil continua extremamente desfavorável. Os velhos problemas relacionados à infraestrutura deficitária, excesso de burocracia, carga tributária elevada e baixo nível de educação, somam-se às novas variáveis criadas pelo alto grau de intervenção do Estado na economia, dentre as quais pode-se destacar lamentavelmente a permanência da inflação em níveis elevados e distantes do centro da meta (4,5%), péssima gestão dos recursos públicos, estratégias equivocadas de política econômica e perda de confiança e credibilidade entre investidores e empresários. A ineficácia destas intervenções resultou em mais aumento do gasto público, alavancando o nosso endividamento, elevando o déficit fiscal e prejudicando as metas de superávit primário. Estes fatores, por sua vez, reduziram a demanda de investidores interessados em emprestar dinheiro ao governo brasileiro, provocando, consequentemente, aumento do custo de captação de recursos no mercado. Sob o olhar de menor interesse do mundo em relação aos ativos brasileiros, o real entrou num processo de depreciação, com menor fluxo de entrada de dólares e maior fluxo de saída, expondo mais uma vulnerabilidade da economia brasileira, dependente de financiamento externo, dentre as quais pode-se destacar o rombo nas transações correntes crescendo em ritmo insustentável no longo prazo. A segunda consequência provocada pelo deslocamento no câmbio contribuirá para manter a inflação pressionada no próximo ano, que se somarão às novas pressões provocadas pela alta inevitável dos preços administrados (tarifas de transporte público, energia elétrica, combustíveis, entre outros), obrigando o Banco Central a queimar reservas cambiais na tentativa de conter parte da pressão inflacionária insuficientemente combatida pela alta da taxa básica de juros. O tamanho relevante deste parágrafo foi construído propositalmente para observamos o efeito dominó provocado pela baixa capacidade de gestão do Estado.

O necessário ajuste fiscal, principal variável responsável por evitar uma queda no rating brasileiro, não virá em 2014. A reversão de algumas desonerações será a principal ferramenta do governo na tentativa de se aproximar da meta “fictícia” de superávit fiscal. O plano de reduzir despesas com o pagamento de seguro-desemprego e abono salarial (a partir da realização de um curso de qualificação profissional) mostra que não há real interesse do governo em fazer um ajuste fiscal minimamente digno/aceitável.

Consequentemente, a política fiscal expansionista seguirá exercendo pressão relevante sobre os índices de preços. Esta fonte continua sendo ignorada pelo Banco Central. A autoridade monetária trabalha com a hipótese de deslocamento do balanço do setor público para a zona de neutralidade, avaliação totalmente desencontrada do quadro atual.

As projeções de inflação observadas no Relatório divulgado hoje mostraram por que o Banco Central reconheceu, pela primeira vez, na ata da reunião do mês de novembro, a impossibilidade de garantir a trajetória descendente do índice de preços no próximo ano. A tabela abaixo revela que o Banco Central está muito longe de atingir o seu objetivo.


A projeção de inflação parte de 5,8% no quarto trimestre de 2013, recua ligeiramente para 5,5% até o segundo trimestres de 2014, mas volta a subir para 5,7% no terceiro trimestre e encerra o ano em 5,6%. Em 2015 a taxa de inflação abrirá perigosamente pressionada em 5,7%, apresentando um pequeno recuo nos próximos trimestres, encerrando o ano em 5,4%. As projeções foram traçadas levando em consideração a manutenção da taxa de câmbio constante no horizonte de previsão em R$2,35 e a meta para a taxa Selic em 10% a.a.

Pode-se observar claramente nas projeções oficiais do próprio Banco Central a insuficiência de calibragem da taxa básica de juros para combater devidamente as pressões inflacionárias, oriundas de fontes distintas e complexas. A recente sinalização de redução do ritmo de aperto monetário mostra que a autoridade monetária vai correr o risco de manter a inflação acima e distante do centro da meta, mais uma vez, sustentando a atual complexidade do quadro doméstico para os próximos anos.

Estes entraves continuarão exercendo pressão negativa sobre o mercado de ações em 2014. Os lucros das empresas serão impactados pela recente alta da taxa básica de juros (maior custo de captação/financiamento), insustentabilidade do modelo econômico, manutenção do péssimo ambiente de negócios e crescente deterioração do cenário doméstico. Por outro lado haverá pressão positiva para um seleto grupo de empresas exportadoras de commodities, beneficiadas pelo deslocamento do câmbio e retomada da economia global. Estes ativos tendem a continuar atraindo fluxo dos fundos de ações. A atenção dos gestores seguirá voltada às boas empresas com receitas em dólar e despesas em reais.

O saldo final provocado pela atuação destas duas fontes distintas poderá resultar na permanência de um mercado travado no próximo ano, não se distorcendo da tendência ligeiramente baixista de longo prazo, apresentando alternâncias entre pernadas de curto prazo significativas de alta e de baixa. Portanto, a estratégia recomendada para 2014 continuará sendo praticamente a mesma utilizada neste e nos últimos anos: aproveitar, dentro do possível, o direcional dos movimentos técnicos de curto prazo. O ambiente interno desfavorável inviabiliza a manutenção de um movimento direcional ascendente no longo prazo e dificulta bastante o stock picking (seleção de ações) para investidores pessoa física.

No curto prazo o índice Bovespa trabalha dentro de um movimento de recuperação, apoiado pela perspectiva de manutenção da postura acomodatícia do FED (Federal Reserve – Banco Central dos Estados Unidos) por um período de tempo superior ao que se esperava anteriormente. A permanência da Federal Funds Rate (taxa básica de juros) em níveis historicamente baixos por mais dois anos, pelo menos, contribuirá para reduzir a volatilidade e o clima de aversão ao risco nos mercados globais, mas não constituiu fator de melhora na economia doméstica ou no valuation das empresas brasileiras.  Portanto, altas provocadas pelo affair do FED tendem a ser insustentáveis ao longo do tempo, por conta da distorção de deslocamento direcional entre preços e fundamentos, abrindo espaço, na sequência, para novas correções de preço.

O ponto de sustentação do atual movimento de recuperação do índice Bovespa está na região de suporte psicológico dos 50k, marcado por uma formação de fundo e possível reversão pelos candles no gráfico semanal, abrindo espaço para manutenção deste movimento no curto prazo.


No mercado de renda fixa podemos observar um pequeno movimento corretivo de curto prazo, influenciado, especialmente, pela expectativa de interrupção do ciclo de aperto monetário no primeiro trimestre de 2014. O target para a taxa Selic está mais visível, gira em torno de 10,5% e 10,75%. A digestão destes dados pelo mercado provoca um inevitável acerto dos excessos praticados nas curvas de juros futuros, principalmente nos contratos de curto prazo.

Entretanto, não há perspectiva de estabilidade na curva para o médio e longo prazo, tanto por fatores oriundos de pressões internas (fiscal, endividamento e inflação), quanto por fatores oriundos de pressões externas.

As pressões internas já foram detalhadas nesta análise. As pressões externas serão examinadas na sequência.

Embora as políticas monetárias dos principais banqueiros centrais mundiais permaneçam, ainda, altamente expansionistas, o mercado da dívida soberana já está adiantando um importante momento de transição: o início de um bull market das taxas de juros a nível global.


O gráfico acima mostra a movimentação da taxa de juros do título de 10 anos do Tesouro norte-americano. O movimento ascendente iniciado no final de 2012 ganhou força e rompeu a LTB de 1981, marcando, tecnicamente, o fim de uma era de três décadas de bear market dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano).

A inversão relevante na tendência de longo prazo das taxas de juros nos Estados Unidos respinga sobre os demais títulos da dívida soberana, especialmente em países emergentes, onde os ativos apresentam maior presença de fatores de risco. O aumento da remuneração dos títulos do Tesouro norte-americano provoca uma inevitável atração de capital, obrigando os demais países a subirem seus respectivos prêmios de risco (alta dos juros), a fim de manter a atratividade de seus ativos e impedir uma fuga em massa de capitais.

O bull market das taxas de juros globais ganhará mais consistência quando a Federal Funds Rate começar a subir nos Estados Unidos, marcando o início da fase crítica de desalavancagem do sistema. Por este motivo recomenda-se manter total distância de posicionamentos em títulos de médio e longo prazo.

As únicas opções continuam sendo a LTN 2016 (atualmente paga um juro pré-fixado de 11,88% ao ano) e LFT 2017 (título pós-fixado, atualizado diariamente). Não há título de curto prazo atrelado à inflação disponível para compra, portanto esta opção continua descartada. Priorizar posicionamentos parciais e crescentes no título pré-fixado de curto prazo somente nos momentos de tensão/disparada das taxas. Já a posição pretendente no título pós-fixado pode ser montada de imediato. O momento permite um balanceamento da carteira de renda fixa de, no mínimo, R$ 2,00 de pré-fixado para cada R$ 1,00 de pós-fixado.


Ao comprar LFT 2017 e LTN 2016, o investidor aproveitará o ciclo de alta dos juros por meio de um título pós-fixado (LFT 2017) e se beneficiará com os excessos do mercado por meio de um título pré-fixado (LTN 2016). O timming de compra do título pré-fixado é o que garantirá a boa rentabilidade da carteira de renda fixa.

No mercado de câmbio permanece a perspectiva de valorização do dólar para o próximo ano. A depreciação do real não é uma consequência única e exclusiva do tapering e/ou normalização futura das condições monetárias nos Estados Unidos. A reversão da trajetória da taxa de câmbio começou há dois anos, justamente quando surgiram os primeiros escorregões e sinais de esgotamento da atual política econômica.


A crescente deterioração do quadro doméstico é um dos principais fatores responsáveis por sustentar o movimento de valorização do dólar frente ao real. A inobservância de ações corretivas do Estado no sentido de mitigar este processo permite a manutenção da tendência de alta da taxa de câmbio.

No mercado de commodities pode-se observar relativa estabilidade dos preços nos últimos 12 meses, trabalhando dentro de uma congestão de médio prazo. Este movimento faz parte do ciclo de correção iniciado em 2011, consequência do super ciclo de alta das commodities constatado na década passada.


Não há perspectiva de retorno dos preços aos picos verificados em 2011, mesmo diante de um cenário de reaquecimento da economia global. Isso porque o excesso de oferta presenciado no ambiente global possui plenas condições de atender e/ou acompanhar o reaquecimento da demanda.

Especial atenção para o ouro. O estouro da bolha nas commodities metálicas jogou a cotação para os níveis mínimos atingidos na crise de 2008, conforme podemos observar no gráfico abaixo.


O movimento de pânico de baixa ainda não chegou ao fim, tende a ser sustentado pela decepção da manada, inflação abaixo da meta de 2% nos Estados Unidos e manutenção da política monetária expansionista por um período de tempo superior ao que se esperava anteriormente. Mas com os preços depreciados pelo estouro da bolha, o ouro se tornará a principal válvula de escape (mecanismo de fuga) em 2015/2016, quando o mercado provavelmente começará a precificar o choque provocado pela elevação da Federal Funds Rate.

O mercado continua exigindo alto grau de adaptabilidade do investidor perante as constantes e corriqueiras mudanças de temperatura. As opções são restritas e de curta duração. Hora o clima está positivo e ensolarado, abrindo espaço para todos descerem à praia. Hora o clima está frio e negativo, exigindo cautela dentro de casa. Mas aquela nuvem carregada no horizonte, mais conhecida como desalavancagem do sistema, se aproxima lentamente. A alternância constante de temperatura, provocada pelo choque de correntes de ar quente e frio, pode provocar uma tempestade.

Investidores precisam estar preparados para enfrentarem esta adversidade, que, diferente de 2008, será provocada pelos próprios banqueiros centrais. A primeira gota daquela nuvem carregada no horizonte cairá quando o FED sinalizar o aumento da taxa básica de juros. Entretanto, o clima de temor e incerteza pode e deve ser encarado de frente pelo investidor, com posicionamentos corretos e/ou defensivos. O mais importante é que estaremos aqui, faça chuva ou faça sol, ajudando no que for possível, o tempo todo. Contem conosco sempre que precisarem!

Desejo a todos um ótimo Natal e um ano novo repleto de saúde, felicidade, sucesso e bons negócios! Obrigado a todos vocês leitores e comentaristas, grandes responsáveis pela manutenção deste excelente espaço de discussões sobre o mercado financeiro nacional e internacional.

Encerramos por aqui as nossas atividades em 2013. Retornaremos no início de 2014 num ritmo reduzido de postagens durante este período de férias do mercado financeiro, priorizando as análises nos dias relevantes ou no surgimento de novidades técnicas ou macroeconômicas.

Grande abraço e até mais!

68 comentários:

  1. Muito Obrigado pelo espaço, pela qualidade do conteúdo e leitura muito agradável.

    Feliz Natal e Boas Festas,

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    1. Eu é que agradeço pelos comentários. Tenha um ótimo ano novo!

      Abcs!

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  2. Mais uma vez ótimo texto! Muito obrigado pela atualização diária e análises de qualidade.

    Boas festas!

    Fernando

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  3. O aumento dos yields dos treasuries pode não subir tão cedo. Veja, por exemplo,

    http://www.zerohedge.com/news/2013-12-20/citi-warns-deja-vu-all-over-again-treasury-bond-bears

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    1. Comparar QE1 e QE2, para saber o que vai acontecer no final do QE3, não funciona. Primeiro porque o QE3 (compra de ativos imobiliários) é totalmente diferente do QE1 e QE2 (recompra de títulos do Tesouro). Segundo porque o quadro econômico é bem diferente (de uma estratégia para manter a economia de pé/evitar cair numa recessão - QE1 e QE2 - para uma estratégia de impulso econômico efetivo - QE3 - através do setor de construção civil, de alto potencial de impacto na criação de novos de postos de trabalho).

      Mas no curto prazo pode-se esperar um recuo natural dos Yields, não por análise técnica (que por sinal não funciona em mercado da dívida soberana), mas por conta do próprio FED. O Banco Central quer empurrar o Yield pra baixo ao fazer o mercado comprar a ideia de que a Federal Funds Rate permanecerá nula por um bom tempo. Mas quando a taxa de desemprego começar a se aproximar dos 6,5%, muito provavelmente as especulações voltarão no mercado, provocando uma nova arrancada dos Yields. No longo prazo o aumento dos Yields vai acompanhar o ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos.

      Boas festas!

      Abcs,

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  4. muito obrigado por mais uma aula!!!!

    sucesso e felicidades em 2014 pra vc e todos os leitores desse fantastico blog.

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  5. faltou somente a projeção para as eleições ;)

    de qualquer modo, não entendi o seguinte trecho:

    "Mas com os preços depreciados pelo estouro da bolha, o ouro se tornará a principal válvula de escape (mecanismo de fuga) em 2015/2016, quando o mercado provavelmente começará a precificar o choque provocado pela elevação da Federal Funds Rate."

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    1. Projeção para as eleições não estão nada boas rs... apontando para reeleição da Dilma.

      É bastante comum observar choques no mercado frente aos ciclos de aperto monetário nos Estados Unidos. Causa um impacto natural nos preços dos ativos. Visando se proteger desta desvalorização aguda, é recomendável realocar o capital em ativos reais (imóveis, ouro, etc) a fim de proteger o patrimônio contra os choques mais fortes do mercado. O ouro acabou se tornando uma boa opção para futuras realocações por conta desta queda significativa.

      Boas festas!

      Abcs!

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  6. Obrigado por compartilhar seus conhecimentos!
    Desejo a vc e a todos seus familiares um feliz natal e um ótimo ano novo!!!
    Adriano.

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  7. Obrigado FI , feliz natal e ano novo a todos

    CRICRI

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  8. Excelente post. Aguardemos com paciência os efeitos do tapering e consequente desalavancagem do sistema. Por ora, estou fazendo caixa em LFT aguardando as oportunidades!

    Feliz natal e boas festas!

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  9. Valeu FI! Estamos juntos!

    ps.: em 2014 a McLaren volta com tudo!

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    1. Hahah, tomara! De qualquer forma, 2014 promete ser um ótimo ano pra F1.

      Boas festas!

      Abcs!

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  10. Parabéns por todas as postagens e conteúdo desse excelente blog,que já passou a ser leitura obrigatória.Você talvez não tenha a dimensão da importância desse espaço para nós pequenos investidores...Muito obrigado,e desejo a você e sua família um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de muita Saúde,Paz,Prosperidade e Bençãos!
    Acionista25

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    1. Obrigado Acionista25! Conte conosco sempre.

      Feliz ano novo!

      Abcs!

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  11. FI

    Quando você afirma "O movimento ascendente iniciado no final de 2012 ganhou força e rompeu a LTB de 1981, marcando, tecnicamente, o fim de uma era de três décadas de bear market dos Treasuries", esta "marcação técnica" não seria insuficiente, não fossem as considerações dos fundamentos?
    Na verdade, há um leque de LTB´s que varre o gráfico cada vez mais para a direita.
    Inúmeras outras retas originando LTB´s poderiam ter sido feitas no passado. P. ex. uma ligando o topo em 81/82 ao topo de 84, ao topo de 95 e aos topos de 96 e 97, rompida em 99/2000. E daí?! Continuou a baixar...
    Pelo histórico, o rompimento atual poderia ser apenas um espasmo. um repique na série.

    De outro lado, importantíssimo sua chamada de atenção ao fato de que "Por outro lado haverá pressão positiva para um seleto grupo de empresas exportadoras de commodities, beneficiadas pelo deslocamento do câmbio e retomada da economia global. Estes ativos tendem a continuar atraindo fluxo dos fundos de ações."
    Como você notou, isto já está acontecendo, sem ser muito divulgado. Há palpiteiros que continuam na tecla de investir nas small caps, comércio e construtoras, acredita?! Pobre do pequeno investidor.
    Ações de siderúrgicas dobraram de preço em seis meses, outras exportadoras continuam bombando e isso não é devidamente enfatizado. Muito bom alerta!

    No mais, parabéns pelo excelente nível dos posts.

    Feliz Natal e Bom Ano Novo com excelentes negócios.

    Ramses

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    1. Obrigado Ramses! Sim, por conta deste casamento entre cenário macro x técnica que resolvi destacar este rompimento da LTB, que na verdade representa uma futura mudança de rumo importante na política monetária de diversos banqueiros centrais mundiais. O rompimento seria insignificante na inobservância deste quadro macroeconômico.

      Tenha um ótimo ano novo!

      Abcs!

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  12. Valeu FII é mto bom tê-lo no meu blogroll é fantástico mesmo. Adoro ler (leio 90% de todos os seus posts mesmo não comentando).

    E adoro que não é um esquerdoso e isso é sopro de ar fresco na net.

    Abraço grande natal e ano novo!

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  13. FI,

    Ótima análise sobre este ano tenebroso que nos espera.

    Aproveito a oportunidade e desejo sinceros votos de um Feliz Natal para você e sua família.

    Miguel

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  14. Parabéns pelo post! É a primeira vez que visito o site e afirmo que ainda não tinha visto um post com tanta qualidade.Meus sinceros votos natalinos e um feliz ano novo e bons negócios!

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    1. Opa, seja bem vindo e tenha um ótimo ano novo!

      Abcs!

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  15. FI, parabéns pelo blog e obrigada por compartilhar suas análises, sempre de altíssimo nível !
    Feliz Natal para vc e sua família e bons negócios em 2014 (dentro do possível...). Abs
    Flávia.

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  16. Mais uma vez um excelente texto FI!
    Muito obrigado por mais um ano de excelenes postagens! Você é o nosso farol nessa economia de luzes apagadas comandada pelos PTralhas!
    Que venha 2014! Com minicrise ou sem ela!

    Feliz Natal e um feliz Ano Novo!

    Ciclista Investidor

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    1. Obrigado Ciclista Investidor! Tenha um ótimo ano novo!

      Abcs!

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  17. Leio este blog diariamente! Parabéns! Nunca vi tanta informação de qualidade em um único lugar! Gostaria de que fosse feito um relato de como a Copa do Mundo vai refletir no mercado Brasileiro. Obrigado!

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    1. Obrigado amigo! Ano que vem comentaremos sobre isso sim.

      Boas Festas!

      Abcs!

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  18. Desejo Feliz Natal e um bom 2014 a toda a exelente Equipa do Finanças Inteligentes

    paulo baptista

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  19. FI, grato por mais um ano com nível de excelência nas postagens !
    Feliz natal e ano novo !

    Anônimo da alll

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  20. FI,Obrigado Por Tudo.Um Feliz Natal e um Ano Novo de Grandes Realizações.macr

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  21. Venho acompanhando o Blog nesses ultimos meses, e tenho certeza que é o melhor e mais completo dessa area.

    Parabens, obrigado pelo trabalho. Feliz 2014.

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  22. Feliz Natal FI!
    E apesar das projecoes preocupantes, um prospero 2014!!

    Gracia

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  23. Cara, o blog é mesmo excelente! Leitura diária! Parabéns!

    Não concordo com a posição, porém, de se manter afastado das NTN apenas por causa do prazo. Se vc tem uma estratégia de remunerar seu capital a 6, 6,5% reais ao ano, ainda é a aplicação mais segura, tendo em consideração que vc vai resgatar apenas no vencimento. Vc não concorda com esse posicionamento?

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    1. Obrigado André! Não concordo de jeito nenhum rs... Seria como recusar um CDB de 95%, pois sua estratégia é fazer 90% do CDI. A remuneração do investimento é definida pelo mercado. O mínimo que se espera de uma aplicação é ficar na média do mercado (CDI). Não faz o menor sentido perder tempo para ter um rendimento abaixo do mercado, já que não é necessário esforço e conhecimento algum para ter um rendimento dentro da média (CDB, LCI, LFTs, fundos DI, etc...).

      Boas Festas!

      Abcs!

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    2. Mas não deixa de se ruma aposta, não? Agora por exemplo no TD temos LTN vcto 2017 a 12,84% e NTN vcto 2019 a 6,22%. A LTN só ganha swe a inflação ficar abaixo de 6,62%.

      Meu ponto é o seguinte: se vc quer segurança extrema, não é melhor a NTN? Ainda mais com esse cenário pós-eleição? Se a inflação subir, vc perde na LTN.

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    3. Lembro que estou sempre considerando levar até o vencimento. A variação do preço dos títulos que vc cita por causa das mudanças das taxas nos USA, concordo que existirão. Abraço!

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    4. Aposta é quando um investidor/operador entra no mercado sem uma estratégia previamente definida, testada e aprovada. Isso vale tanto pra renda fixa, quanto pra renda variável. Não existe segurança extrema em qualquer papel circulante no mercado financeiro. Se a inflação subir, você vai perder poder de compra mesmo posicionado na NTNB. Quanto maior a inflação, menor o ganho real de uma NTNB, pois você vai pagar mais imposto por uma remuneração inflada pelo IPCA. O imposto é calculado em cima do rendimento bruto do título e não em cima do rendimento real (excluindo a inflação). O ganho real de uma NTNB a 6,22% no cenário atual é maior do que o ganho real de uma NTNB a 6,22% em qualquer cenário de inflação mais alta. Portanto, quanto mais a inflação subir, pior para NTNB. A única coisa (instituição) capaz de proteger o investidor contra a inflação é o próprio Banco Central.

      Abcs!

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  24. FI, Parabéns pelo post. Gostaria de saber se a moeda usada é o dólar que algum tipo de correção como o CPI ou outro índice pois está diferente do gráfico que utilizo que é o GOLD -NY. Obrigado

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    1. Obrigado! É o gráfico padrão do mercado. Ouro mercado spot. CME

      Boas Festas!

      Abcs!

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  25. Oi Finanças Inteligentes,desculpa pertubar as ferias mas não da para fazer uma analise geral dos mercados,inclusive ISE NATIONAL 100

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    1. Boa tarde! Bolsa de Istanbul trabalhando uma correção da forte pernada de alta iniciada em janeiro de 2012. O timming do movimento corretivo foi definido pelo Ben Bernanke, quando anunciou o tapering pela primeira vez em junho deste ano, já que a mudança de política monetária no FED afeta mais os mercados emergentes, principalmente aqueles que apresentam alguma deterioração do quadro doméstico (que é o caso da Turquia). Mas o índice está conseguindo se sustentar acima da importante média móvel simples de 200 períodos semanal. Em caso de rompimento (perda) desta linha de sustentação (hoje passa justamente perto do ponto de pivot na região dos 66k), a correção de médio prazo tende a ganhar força. A próxima linha de suporte relevante está posicionada apenas na região dos 55k. Me cobre o gráfico e/ou uma análise mais detalhada no início do ano que vem.

      Boas Festas!

      Abcs!

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  26. FI, parabéns pelas análises deste ano, como sempre mais profundas, lastreadas em fatos, e em última instância mais corretas do que o geralmente se lê na mídia mainstream (que em muitos casos é evidentemente comprada, vide as sugestões para investir em imóveis enquanto nos encontramos no topo da bolha).

    Gostaria de alguns comentários seus a respeito do que fazer com umas merrecas que me sobraram no final do ano. Meu plano inicial era investir em NTN-B de longo prazo, pois as taxas estão muito atrativas. Você afirma que não seria uma boa idéia, sugerindo conciliar LFT e LTN (já estou posicionado em LFT atualmente). Sua sugestão é no sentido de que as taxas tendem a subir mais, o que precificará as NTN-Bs para baixo. Porém, o mesmo não acontecerá com as LTNs? Sua sugestão refere-se ao fato de que as LTNs são de prazo mais curto, e portanto, as eventuais variações serão menores?

    Outra alternativa que estou considerando é investir em FIIs, e especificamente ampliar minha posição em BCFF11B, que é um fundo de fundos e (na minha opinião) a forma mais barata de diversificar em FIIs sem precisar comprar diversos papéis, evitando um peso muito grande de taxas de corretagem no meu retorno. Comprando novos papéis ao valor de mercado atual, e comparando com os proventos pagos nos últimos 2 meses, teria um retorno mensal de 0,95%, livre de IRPF, excetuando eventuais variações no valor do papel. Mesmo comparando com os retornos dos meses anteriores, estaríamos falando em 0,80% ao mês, o que na minha opinião está razoavelmente bom, considerando que é livre de IRPF. Porém, entendo que num cenário de explosão da bolha imobiliária, no qual eu pessoalmente acredito, os papéis e os proventos enfrentariam quedas. Você poderia compartilhar um pouco do seu conhecimento com uma breve análise deste meu raciocínio?

    Muito obrigado e um feliz ano novo.

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    1. Obrigado Decio!

      Jogue em produtos intermediários (por exemplo: LCI de liquidez diária). Quando o mercado apresentar oportunidade de compra (ou seja, quando a taxa subir), você resgata parte do capital que estava na LCI para financiar a sua nova compra de LTN 2016.

      Exato. Essas taxas ficarão defasadas quando o FED iniciar o ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos. O início deste ciclo conciliará com o vencimento da LTN. Portanto, você não sofrerá com a desvalorização do título ao se posicionar na única opção de curto prazo disponível hoje no Tesouro. Carregar uma posição com vencimento pós-2016 implicará na desvalorização do papel (ou rentabilidade abaixo daquilo que o mercado estará pagando) com os Yields deslocando-se pra cima no mundo inteiro a partir deste período. O que parece ser atrativo hoje será desinteressante amanhã (2015/2016).

      Com relação aos FIIs, não acho uma boa ideia, você ficará refém das decisões do gestor, especialmente neste caso que já mostrou no passado não serem tão benéficas assim ao cotista. É melhor você mesmo fazer a sua diversificação, estudando a carteira dos fundos. Neste post escrevi um pouco sobre as perspectivas para o mercado imobiliário: ( http://www.financasinteligentes.com/2013/12/abaixou-mare-no-mercado-imobiliario.html ). Não acho que existe uma bolha imobiliária, mas o segmento será impactado pelos efeitos contracionistas provocados pelo aumento da taxa básica de juros. Isto é, haverá uma desaceleração no ritmo de crescimento do mercado imobiliário, altamente dependente das condições de circulação do crédito na economia, provocando uma correção natural dos preços.

      Boas Festas!

      Abcs!

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  27. Olá Fi, minha expectativa para o próximo ano não é nada otimista, a "roda" do Lula está parando, mercado consumidor altamente endividado, vendas em geral caindo, o estouro vai ser quando a mídia começar anunciar as demissões que já começaram à ocorrer, aqui não é país que se pode ter um afrouxamento no crédito pois grande parte da população não tem nível estrutural para lidar com o pouco que ganha.
    Fico a imaginar quando o Pt novamente ganhar (comprar) a presidência, o Brasil vai entrar em decadência, o país tomado pelas drogas, violencia, falta de direitos básicos do cidadão, a preocupãção é manter-se no poder.
    Bom, feliz ano novo à voçê e sua família!!
    Ivan Gomes, Patos, PB

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    1. Quadro bastante lamentável, as perspectivas realmente não são boas com a permanência do PT no poder. Poderíamos estar numa situação muito melhor.

      Obrigado Ivan! Feliz 2014!

      Abcs!

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  28. Obrigado por todas as suas analises durante esse ano!
    Um ótimo 2014!
    Abraços!

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  29. FI,me lembrei de falar sobre iPath DJ-UBS Coffee Subindex Total Return SM Index ETN.
    Como vcs são os Reis do cafê,pode ser que tenha uma melhor ideia sobre este produto.
    Aquilo que eu sei é que houve um excesso de colheita que supera a procura...mas tambem li que o excesso de chuva atrapalhou a secagem ea colheita em cerca de 40%.Acrescentar os um especulador fala que acredita num suporte por volta dos 20US neste ETF.
    Se por caso tiver alguma ideia deste produto,logo apôs a suas ferias me fala a sua opinião.

    Paulo Baptista

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    1. Sim, esse excesso de oferta derrubou o preço da commodity. Não acompanho de perto o mercado de café, mas sei que neste preço o cultivo não dá lucro no Brasil. Alguns agricultores erradicaram suas lavouras, finalizando totalmente a atividade. Outros reduziram a área de plantio. Outros migraram para soja. Portanto, o problema vai além do excesso de chuva comum nesta época do ano. Não sei se esta redução iminente de oferta vai ocorrer num nível suficiente para causar uma inversão de peso na balança (oferta x procura), jogando os preços para cima novamente, de maneira sustentada. Eu preferiria esperar um pouco mais. Ainda não há confirmação do mercado de inversão da trajetória dos preços, por enquanto pode-se notar apenas um movimento especulativo de curto prazo.

      Abcs!

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  30. E o dólar inicia o ano com uma prévia da volatilidade que vai ser. Acredito em novo plano de intervenção do BC ainda neste mês de janeiro.

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    1. Se chegar perto dos R$ 2,50 provavelmente haverá um novo plano de intervenção. Mas é difícil isso acontecer neste mês. Tem pouca gente no mercado financeiro global se importando com o que acontece aqui (muitos decepcionados já correram para outras praças), então o movimento acaba sendo bem gradual, claro, mantendo a tendência de alta de médio e longo prazo.

      Abcs, bons negócios!

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  31. FI,

    estamos sentindo falta dos seus posts. Apareça!

    Abs.

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    1. Presente! rsrs...

      Voltarei a postar nesta semana, provavelmente na sexta-feira pra pegar o fechamento do IPCA. Quando parei de postar no ano passado o Ibovespa estava nos 51k. Hoje fechou em 50.4k. Mercado travado, de poucas novidades, refletindo o próprio desinteresse dos investidores com a nossa economia. Mantega tentou trucar o mercado anunciando antecipadamente um superávit de 75 bilhões de reais. Pra variar, não funcionou. Todos nós sabemos que só foi possível chegar neste número por conta das receitas volumosas extraordinárias do final deste ano, além dos rotineiros truques contábeis do “Mister M”. Política fiscal continua extremamente expansionista.

      Abcs, bons investimentos!

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    2. Exemplo de truque contábil aqui: http://mansueto.wordpress.com/2014/01/08/o-misterio-dos-restos-a-pagar-processados-de-2014-2/

      Não fossem os restos a pagar postergados para 2014, teria faltado 1 bilhão pra bater a já minguada meta.

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    3. ops, o link é este http://mansueto.wordpress.com/2014/01/08/o-misterio-dos-restos-a-pagar-processados-de-2014-e-o-impacto-no-primario/

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