quarta-feira, 20 de maio de 2015

A virada do tabuleiro


Durante a Cúpula das Américas, realizada no mês passado, a presidente Dilma reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para acertar detalhes e confirmar a data de sua visita de trabalho, marcada para o dia 30 de junho.

O encontro, infelizmente adiado em 2013, é importante para os dois países.  O motivo do atraso está diretamente relacionado às denúncias de espionagem escandalizadas desnecessariamente pela mídia, o que exigiu resposta de alguns líderes políticos, mesmo que tal prática (espionagem) é bastante utilizada desde a Segunda Guerra Mundial por todos os países que possuem serviço de inteligência, inclusive o Brasil.

Com o fim do circo da espionagem (que por sinal não deu em nada, como de costume), os governos voltaram a se falar, reabrindo os canais de comunicação para os empresários envolvidos na visita de Estado que deveria acontecer em 2013.

Entretanto, a visita marcada para o dia 30 de junho não é de Estado, mas sim de trabalho. A intenção era marcar para esse ano uma visita de Estado, mas o governo brasileiro perdeu o timming, já que não havia espaço na agenda dos Estados Unidos para visita deste porte. Visitas de Estado são mais longas, exigem cumprimento de rituais e possuem elevado grau de importância, o que aumenta o volume de negócios por tabela.

Ainda assim, marcar uma visita de trabalho, mais curta e, possivelmente, com menor volume de negócios, é melhor do que não fazer nada. Os norte-americanos não escondem o interesse no Brasil, numa aproximação que será benéfica aos dois lados.

Diferentemente das últimas décadas, os Estados Unidos querem maior proximidade com os países do seu quintal, aumentar o volume de negócios, abrir novas parcerias comerciais, à medida que se fecham para a Rússia e, ao mesmo tempo, são barrados pelos chineses no expressivo mercado asiático. Nesse rearranjo das relações dos Estados Unidos com a América Latina, o Brasil é peça chave. O desejo dos norte-americanos é que o Brasil se torne líder regional e possa exercer considerável poder de influência política e econômica na região.

Mas no meio desse jogo político-econômico entrou um penetra que provoca arrepios na equipe econômica de Barack Obama. O que se temia em 2013, passou a ser desenhado em 2014 e se consolidou neste mês.

A China aproveitou a brecha e avançou sobre o quintal dos Estados Unidos. O premiê chinês, Li Keqiang, pisou no Brasil esta semana e fechou numa só tacada 37 acordos em diversas áreas, principalmente em infraestrutura (um dos principais gargalos do Brasil), energia e mineração. Entre estes, destaque para criação de uma ferrovia transcontinental que ligará o Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais, região Centro-Oeste e Norte do País, ao oceano Pacífico, no Peru. A obra facilitará o intercâmbio comercial entre produtos brasileiros e chineses, hoje feita a partir dos portos do Atlântico.

Além disso, será criado um fundo de 50 bilhões de dólares entre a Caixa e o Banco Industrial e Comercial da China para financiar mais projetos de infraestrutura no Brasil. O montante do fundo é cerca de cinco vezes o valor da hidrelétrica de Belo Monte, maior obra em andamento no País.

Li ainda visitará Colômbia, Peru e Chile, onde novos acordos e investimentos deverão ser anunciados. Lembrando que em janeiro deste ano, o presidente chinês, Xi Jinping, disse que seu País pretende investir cerca de 250 bilhões de dólares na América Latina. Importante ressaltar, também, que o giro do premiê chinês na América Latina deixou de lado seus aliados mais próximos, como Venezuela, Argentina, Cuba e Nicarágua. Brasil, Colômbia, Peru e Chile fazem parte do novo alvo dos chineses, justamente por serem países mais moderados e com maior abertura aos Estados Unidos.

Está claro que a China busca aproximação com a América Latina, que vai além de uma simples troca de matérias-primas por produtos manufaturados. O resultado da visita no Brasil mostrou que os chineses querem diversificar seu portfólio latino-americano, investindo em áreas como infraestrutura, o que deverá integrar o continente à cadeia de produção global, beneficiando os dois lados.

Visitar a América Latina com os cofres abertos não só arranca sorrisos dos líderes regionais, mas, principalmente, consolida a China como ator político e econômico em pleno quintal dos Estados Unidos.

Ao abrir volumosas linhas de financiamentos de bancos estatais chineses para países latino-americanos, cria-se uma alternativa às instituições tradicionais (FMI e Banco Mundial, por exemplo, que operam sob o olhar atento dos norte-americanos), reduzindo, portanto, a relação de dependência entre países da América Latina e Estados Unidos.

Inevitavelmente, numa relação de dependência menor, os Estados Unidos passam a ter menos poder para pressionar lideranças latino-americanas adotarem políticas de interesse unilateral.

É com este novo cenário que se desenha na América Latina que a presidente Dilma se reunirá com Barack Obama no dia 30 de junho. Os norte-americanos não ficarão de braços cruzados observando os chineses avançarem sobre o seu quintal. Querem manter o seu poder de influência, e, para isso, precisarão ser mais flexíveis para contra-atacar os chineses.

Nessas condições, a presidente Dilma estará em vantagem na mesa redonda em Washington. A entrada da China virou o tabuleiro na América Latina, especialmente ao Brasil, pois cria-se uma nova oportunidade para substituirmos parte dos significativos benefícios (lamentavelmente não devidamente aproveitados) colhidos na década passada com o super ciclo de alta das commodities.

Isso significa que o Brasil terá mais uma oportunidade para trabalhar a formatação de um crescimento sustentado de médio e longo prazo. Oportunidade esta que não chega ser tão expressiva quanto ao ciclo de commodities, mas é importante o suficiente para reerguer e diversificar a economia brasileira após a dolorosa fase de ajuste fiscal.

A partir de agora, os dois principais players globais brigam para ter presença e aumentar poder de influência na América Latina, sendo que o Brasil é a principal peça do jogo. Entretanto, para colher todos os benefícios deste possível longo duelo de Titãs, é necessário fazer o dever de casa: política econômica, fiscal e monetária nos eixos.

Neste ponto cabe crítica à vergonhosa atuação do PSDB no Congresso. O partido está votando contra as medidas de austeridade fiscal, defendidas pelo seu candidato à presidência na campanha eleitoral do ano passado, simplesmente para fazer oposição (ou porque não sabe fazer oposição). Não há desculpa. O trabalho de Armínio Fraga na Fazenda, caso o PSDB fosse vitorioso em 2014, seria muito parecido com o atual trabalho desenvolvido pelo ministro Levy. O orçamento é quase todo engessado, a pequena margem de manobra disponível está sendo devidamente utilizada.

Essa postura infeliz do PSDB lembra a estratégia (burra) do Tea Party, ala radical do Partido Republicano norte-americano. Em 2013, o Tea Party ficou famoso ao impedir, por alguns meses, o inevitável aumento da dívida dos Estados Unidos. A estratégia do Tea Party não resultou em nada, arranhou a imagem dos Republicanos e ainda prejudicou o processo de recuperação da economia norte-americana, com a paralisação de parte do setor público. Os membros do Tea Party estão sempre fazendo oposição ao governo, independentemente do potencial de impacto na economia (ou País), muitas vezes prejudicada por suas atitudes incoerentes.

Por incrível que pareça, a atual situação no Congresso brasileiro não é tão diferente. As necessárias medidas de ajuste fiscal se tornaram alvo de um duro jogo político que nada tem a ver com a economia. Quanto mais o Congresso tirar as justificadas margens de manobra fiscal, mais alta será a conta a ser paga pela economia, já que não restará outra opção (para atingir a meta de superávit primário) a não ser o indigesto aumento de impostos.

No mercado de capitais o índice Bovespa acelerou o movimento corretivo de curtíssimo prazo, influenciado, especialmente, pelo setor financeiro (maior peso no índice). Corre boato no mercado de possível fim da isenção de tributos na distribuição de juros sobre capital próprio e elevação de impostos ao setor bancário, como forma de compensar a perda fiscal imposta pelo Congresso.


Nos Estados Unidos o índice Dow Jones fechou o pregão desta quarta-feira em baixa, após superar levemente a máxima histórica. A ata do FED (Federal Reserve – Banco Central norte-americano) divulgada hoje não apresentou novidades.


domingo, 17 de maio de 2015

Panorama global


A importante reunião do FED (Federal Reserve – Banco Central dos Estados Unidos) realizada no mês de março, marcada pela divulgação de informações novas extremamente relevantes, ainda atua como principal driver dos preços dos ativos nas principais praças financeiras mundiais.

Players globais seguem trabalhando realocações de seus respectivos portfólios, reagindo, principalmente, à mudança direcional de curto prazo do dólar frente às principais moedas mundiais.

Muito do que se vendeu em dólar nas últimas semanas/meses foi parar em ativos de risco, com algumas praças financeiras destacando-se mais do que outras, principalmente àquelas presentes em mercados de elevada exposição ao setor de commodities.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários fecharam mais uma semana em alta, voltando-se aproximar da máxima histórica. Mercado congestionado no curto prazo, quadro que ainda não acarreta risco à tendência principal de alta.


Na Europa, o índice DAX segue trabalhando movimento corretivo no curto prazo, aliviando os elevados níveis de sobrecompra. Movimento natural e saudável para tendência de alta de médio e longo prazo.


Quadro semelhante pode ser constatado na bolsa de Paris.


O movimento corretivo na bolsa de Londres apresenta menor intensidade, já que o rali das últimas semanas/meses não foi tão forte quando os da bolsa francesa e alemã. 

  
A bolsa de valores do Canadá fechou em baixa pela terceira semana consecutiva, testando a linha central de bollinger. Tendência principal permanece altista.


No Japão, a bolsa de Tóquio fechou a semana em alta, colada na máxima do ano, aproximando-se do recorde atingido em 2000, região caracterizada pela última zona de resistência abaixo do topo histórico. Mercado permanece trabalhando dentro de um forte rali.


O mercado australiano subiu nesta semana, aliviando parte das perdas sofridas este mês, fato que marcou topo ascendente (a princípio temporário) na região dos 5.9k.


Na Índia, a bolsa de Bombay fechou em leve alta pela segunda semana consecutiva, mostrando candles de indecisão, após a correção das últimas semanas/meses. Mercado aliviado, com topo ascendente registrado na região dos 30k, ainda em forte tendência de alta de médio e longo prazo.


A bolsa de Xangai, na China, segue trabalhando movimento atípico insustentável. Mercado colado na máxima do ano, extremamente sobrecomprado, no mais forte rali observado nos últimos anos, provocando formação de bolha.


A bolsa do México fechou a semana em alta, colada na máxima do ano. Mercado segue trabalhando dentro de uma tendência de alta iniciada no final do ano passado (timming semelhante ao Ibovespa), sem apresentar novidades.


O mercado turco avançou forte na semana, rumo ao topo registrado em 91.8k no início deste ano, com boas condições de rompimento.


Na Coreia do Sul, a bolsa de Seul fechou a semana de lado, apesar da forte oscilação, em movimento corretivo de curtíssimo prazo. O expressivo rali iniciado no mês de janeiro permitiu aproximação com a máxima histórica.


No Brasil, o índice Bovespa fechou a semana de lado, apresentando candle de indecisão, mas ainda sem demonstrar força vendedora relevante capaz de provocar movimento corretivo de curto prazo. Destaque para importante superação da média móvel simples de 200 períodos semanal, sem apresentar dificuldade. Essa é a segunda tentativa em menos de um ano de se emplacar um rompimento (da referida média) definitivo. 

  
O dólar contra cesta de principais moedas globais acelerou movimento corretivo de curto prazo, aliviando os elevados níveis de sobrecompra. A ausência de suportes relevantes, bem como a longa insustentabilidade da sobrecompra, facilitou o aumento da força no movimento descendente. Ainda não há sinalização de interrupção na tendência de baixa de curto prazo.


Impulsionadas pela correção do dólar, as commodities seguem reagindo no curto prazo, após a pesada onda vendedora constatada nos últimos meses. O índice CRB Jefferies Reuters subiu pela nona semana consecutiva, superando a máxima deste ano.


A taxa de juros do título de 10 anos do Tesouro norte-americano fechou a semana em baixa, corrigindo parte da arrancada constatada nas últimas três semanas. Títulos soberanos do mercado asiático e europeu (que haviam acompanhado o ritmo de alta da taxa de juros do título norte-americano nas últimas semanas), também aliviaram nesta semana com as recentes declarações de lideres da zona do euro.


Boa semana a todos!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ciclo de aperto monetário não chegou ao fim


A ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada nesta quinta-feira sacramentou a continuação do atual ciclo de aperto monetário. O principal indicativo está presente no parágrafo 31, onde os diretores do Comitê afirmam que “os avanços alcançados no combate à inflação – a exemplo de sinais benignos vindos de indicadores de expectativas de médio e longo prazo – ainda não se mostram suficientes. Nesse contexto, o Copom reafirma que a política monetária deve manter-se vigilante.”

A dúvida, portanto, não está relacionada mais à interrupção ou continuação do ciclo, mas sim quanto à intensidade. A julgar pela escolha da expressão “vigilante” ao invés de “especialmente vigilante”, o documento sugere pretensão de redução do ritmo de aperto monetário para 0,25 p.p. na próxima reunião de Comitê a ser realizada nos dias 2 e 3 de junho.

Ano passado, ao reduzir o ritmo do ciclo de aperto monetário de 0,50 p.p. para 0,25 p.p. na reunião de Comitê realizada nos dias 25 e 26 de fevereiro, os diretores do Copom ressaltaram na ata que a política monetária deve se manter “especialmente vigilante”, mas na reunião seguinte, realizada nos dias 1 e 2 de abril, o termo foi trocado para apenas “vigilante”. Posteriormente, na reunião de Comitê realizada nos dias 27 e 28 de maio, o Banco Central interrompeu o ciclo de aperto monetário ao manter a taxa Selic em 11% ao ano. Mesmo assim, a expressão “vigilante” continuou sendo utilizada na ata de maio.

Mais recentemente, na polêmica reunião de Comitê realizada nos dias 28 e 29 de outubro do ano passado, marcada pelo início de um novo ciclo de aperto monetário (0,25 p.p.) logo após o término do segundo turno das eleições presidenciais, o Banco Central voltou a destacar na ata que “a política monetária deve se manter especialmente vigilante”. Na reunião seguinte, realizada nos dias 2 e 3 de dezembro, os diretores do Copom aumentaram o ritmo do aperto monetário para 0,5 p.p.

Entende-se, portanto, que o Banco Central utiliza o termo “vigilante” quando pretende trabalhar ou já está trabalhando uma política monetária com a mão leve ou mesmo não fazer nada (manter a taxa Selic). Já o termo “especialmente vigilante” é um indicativo de que o Banco Central pretende trabalhar ou já está trabalhando uma política monetária com a mão pesada.

Corroboram para a mão leve do Banco Central na próxima reunião a utilização de termos mais suaves para descrever a situação do mercado de trabalho (com início de um processo de distensão), do mercado de crédito (constatação de moderação na expansão) e retração dos investimentos.

Os diretores de Comitê também alteraram (mais uma vez) a perspectiva de cumprimento da meta (4,5%). Na reunião dos dias 2 e 3 de setembro do ano passado, o Banco Central afirmava que “a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção”. Entretanto, na reunião de Comitê realizada nos dias 2 e 3 de dezembro deste mesmo ano, o Banco Central reavaliou o quadro e passou a antecipar que a inflação tende a permanecer elevada em 2015, mas (ainda em 2015) entraria em longo período de declínio. Já na reunião dos dias 20 e 21 de janeiro deste ano, o Banco Central alterou novamente sua perspectiva, ao assegurar convergência da inflação para meta em 2016. Na reunião seguinte, realizada nos dias 3 e 4 de março, o Banco Central não mencionou mais que a inflação entraria em longo período de declínio ainda em 2015. Além disso, a perspectiva de cumprimento da meta foi alterada de 2016, para ao longo de 2016. Na última reunião, realizada nos dias 28 e 29 de abril, a tão esperada convergência foi novamente prorrogada. Agora, para o fim de 2016.

Constantes alterações de convergência para a meta seguem mantendo a sensação no mercado de que o Banco Central está “empurrando o cumprimento da meta com a barriga”. Conquistar a confiança dos agentes é essencial para retirar a economia brasileira do quadro estagflacionário, mas, para isso, o Banco Central não pode ficar adiando compromissos.

No mercado de capitais, destaque para uma nova onda de choque nas taxas de juros dos títulos da dívida soberana. O movimento começou na Europa alguns dias atrás e se espalhou rapidamente para os mercados asiáticos. Até mesmo as taxas de juros dos títulos da dívida soberana norte-americana foram duramente atingidas.

O impasse da Grécia com o Eurogrupo (aumenta o receio de uma ruptura com o bloco), bem como a sinalização de melhora na economia da zona do euro (cria especulação quanto à durabilidade do quantitative easing implementado pelo BCE) deram início ao movimento de liquidação generalizada de títulos da dívida soberana europeia, excessivamente valorizados.

A onda de vendas não poupou nem mesmo os títulos soberanos alemães, um dos principais portos seguros da Europa. O choque atingiu rapidamente as principais economias asiáticas e bateu em cheio nos Estados Unidos.

A taxa de juros de título público de 10 anos do Tesouro norte-americano (referência global) disparou de 1,87% alcançados em meados do mês passado para 2,25% na última quarta-feira, superando a máxima deste ano. A agenda fraca desta quinta-feira permitiu certo alívio no mercado, abrindo espaço para leve recuo da taxa.


Já os títulos soberanos brasileiros comportaram-se de maneira diferenciada. O choque não atingiu o Brasil, muito em função do atual ciclo de aperto monetário do Banco Central, movimento contrário à política monetária da grande maioria dos demais banqueiros centrais mundiais. Com o ministério da Fazenda fazendo os ajustes fiscais necessários, o juro real brasileiro ascendente (maior do mundo) funciona como imã para atrair o capital desnorteado ao redor do planeta.

As taxas de juros dos títulos da dívida pública brasileira subiram pouco ou quase nada nos últimos dias, mostrando importante acerto da política monetária. Numa situação inversa (de política monetária), o País poderia estar sofrendo neste momento com uma fuga de capitais e choque nos preços dos ativos.

O índice Bovespa permanece trabalhando dentro da tendência principal de alta. Houve sinalização natural de topo ao aproximar-se da resistência localizada na faixa dos 58.8k, o que deu início a um novo movimento corretivo de curtíssimo prazo. Apesar da ausência de suportes relevantes próximos, a correção de curtíssimo prazo ainda não trás ameaça à tendência principal.


O mercado acionário norte-americano trabalha lateralizado, sem apresentar novidades.